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Mirtilos e Saúde – Links

Os Mirtilos fazem bem à saúde. Para não dizer que somos nós os únicos pensando assim, elencamos aqui alguns artigos falando sobre isso:

De acordo com Os poderes do mirtilo – Revista Veja – Eneida Ramos :

  • tem forte ação antioxidante e combate ao envelhecimento precoce.
  • possui Vitaminas A, C, E e minerais como potássio, cobre, ferro e zinco.
  • tem ação anti-inflamatória e proteção celular.
  • tem ação anticâncer.
  • ajuda na saúde Cardiovascular
  • ajuda na regulação da glicemia.

De acordo com o U.S Highbush Blueberry Council:

Blueberry and Health

Faça seu próprio iogurte!

Como passamos a consumir muito iogurte natural, comprar potinhos estava ficando inviável… Então comecei a praticar o que já sabia: fazer iogurte é muito fácil.

Você vai precisar de:

  • 1 litro de leite orgânico ou tipo A (integral ou semidesnatado)
  • meio copo do seu próprio iogurte anterior ou (na primeira vez) meio pote de iogurte natural de uma marca que você acha muito saboroso (experimente várias!).
  • Uma tigela de vidro ou louça com capacidade de 1 litro ou mais, com uma tampa que não seja de plástico (pode ser um prato, tampa de panela ou outra – plástico aquecido libera substâncias que você não quer, no seu iogurte).

Ferva o leite, para eliminar outros lactobacilos e cultivar somente os que vai “semear”.

Quando estiver morno, coloque uma pequena quantidade na tigela  e misture bem com meio copo de iogurte natural. Despeje o restante do leite morno, misture e tampe.

Mantenha num local onde não esfrie rapidamente: dentro do micro-ondas, forno do fogão, uma caixa de isopor ou embrulhado em duas toalhas. Em aproximadamente 10 horas, está pronto (varia um pouco, dependendo se está calor ou frio).

Eu costumo fazer à noite, coloco a tigela no micro-ondas e fecho (mas não ligo, é só para manter aquecido). No dia seguinte, bem cedo, está perfeito!

Depois de pronto, conserve na geladeira e bom apetite!

 

 

 

 

 

Orgânicos por um mundo melhor

A engrenagem central da economia é a alimentação. A comida regula o mundo! E já que cada um cotidianamente “vota” por meio de suas compras, estamos engajados nesse segmento econômico como revolucionários alimentares. Já que as escolhas da população guiam as tendências da indústria, temos a responsabilidade de apoiar, com nosso poder de compra, as empresas que incentivem o bem comum. Hoje em dia, pagar mais pelo orgânico local é uma ação carregada de sentido, um ato que fala por si. Uma gota d’água inspiradora que participa significativamente da corrente da mudança.

É nosso poder de compra que mantém o produtor, o atacadista e o comerciante e os obriga a respeitar nossos valores. É possível nutrir a vida simplesmente com o poder de nossas escolhas.

Extraído de:

Essencial – a arte da gastronomia sem fogão, pág 14

David Côté e Mathieu Gallant

Maquiando a comida?

Estamos numa época de muitas possibilidades. A engenharia de alimentos evoluiu muito no século 20 e início do século 21. É possível mudar a cor, a consistência, o sabor e a durabilidade dos alimentos. É verdade que nossos antepassados já faziam isso tudo, mas estavam criando outra coisa. Hoje mudamos todos esses parâmetros para fazer um produto parecer como era na época de nossos avós. Estamos maquiando a comida?

Explico melhor. Suponha que você está no filme ‘de volta para o futuro’ e caiu em 1956. Aí você quer convencer seu filho a tomar leite. Você inclui uma banana ou coloca umas folhinhas de hortelã. Muda o sabor, a cor. Se for mais habilidoso e tiver tempo, procura num livro de receitas e vai atrás de uma transformação mais sofisticada. Você está criando outra coisa. E como os produtos a sua volta são naturais, o resultado ainda é natural.

Aí você consegue voltar ao presente. Vai ao mercado comprar leite e é muito curioso. Vai encontrar  variedade: leite de caixinha que dura alguns dias, leite com vitaminas, leite longa vida (que dura meses no seu estoque) e tem até um leite natural, que tem de ficar na geladeira senão pode estragar ou virar coalhada.

Já se perguntou que tipo e quantidade de conservantes são colocados no leite, de forma a poder ficar fora da geladeira sem estragar? Uma parte do processo de conservação “longa vida” corresponde à esterilização do leite, que mata os lactobacilos benéficos que leite de verdade tem. Teoricamente o leite ‘morto’ se conservaria sem aditivos, na caixinha. Acredite se quiser.

Conhece os nitritos, usados nos embutidos? São um veneno conhecido. Quem tem aquário sabe, pois os peixes morrem quando ele aparece. Hoje há conservantes nos embutidos, nos vinhos, nas geleias… esses produtos sempre existiram, conservante para quê? Na Grécia, se usava conservantes no vinho? E nas geleias? Não dá para entender porque alguém põe conservante na geleia, se o próprio processo de produção já garante a conservação. Vão estocar por 10 anos, ou o vidro não estava limpo?

De vez em quando um novo conservante artificial é condenado após ser usado por anos nos produtos. As pesquisas, para chegarem a conclusões sobre os malefícios de um produto químico podem demorar uma década ou duas.  Procure no Google por ‘conservante proibido’ e tire suas conclusões.

E porque precisamos comprar um produto com tanto tempo de durabilidade? É mais prático, certamente, mas vale a pena o risco?

Os corantes são outros candidatos a problema: Para deixar um produto mais bonito, e mais parecido com a cor que naturalmente deveria ter, coloca-se corantes naturais ou artificiais. Os corantes artificiais muitas vezes estão associados a alergias.

Em casa compramos gelatina com corantes naturais ou fazemos, com gelatina sem sabor e suco de maracujá, uva ou nossa calda de amoras. Felizmente ainda há opções.

Agora, sobre os aromatizantes. Se você compra um suco de laranja que ‘contém laranja’ mas é obrigado a colocar aromatizante, não é esquisito? Quanto de laranja de verdade tem nesse suco? Está escrito em letrinhas pequenas…

E ainda existem produtos que parecem uma coisa mas são outra. Uma vez fui ao mercado comprar requeijão. Acabei me enganando pelo preço em promoção e trouxe um produto que estava junto do requeijão, tinha o vidro de requeijão, a marca de requeijão, a cor, a espessura,… era uma “Especialidade láctea”. Não sei bem o que é isso, mas certamente não era meu requeijão. Até hoje ouço piadas em casa: ‘Não vou misturar minha geleia padrão europeu com sua especialidade láctea’. É melhor rir e engolir o sapo.

Bom, graças a Deus estamos vendo uma virada. Cada vez mais, por orientação médica, por conscientização, ou por outros tantos motivos, estão aparecendo produtos livres de agrotóxicos, livres de conservantes artificiais, sem corantes artificiais, orgânicos, de cara limpa.

Em minha opinião mesmo que tenhamos que pagar mais por esses produtos, vale a pena adquiri-los, porque é melhor gastar em comida hoje do que em remédio no futuro.

Arnaldo

Iogurte ou Vitamina com Mirtilos e Amoras

Ingredientes: IMG_1148 menor

– uma colher de sopa de Mirtilos ou cinco Amoras grandes

– um copo de Iogurte Natural
– açúcar ou mel a gosto

Essa é talvez a forma mais simples de consumir os Mirtilos e as Amoras.

Congelados ou frescos, basta pegar um punhado de Mirtilos (uma colher de sopa é uma boa porção), lavar em água corrente, e colocar no liquidificador. Adicione um copo de Iogurte, açúcar ou mel a gosto. Bata por alguns minutos e pronto!

Algumas variações:Iogurte IMG_1159 menor

No lugar de Mirtilos pode-se colocar Amoras (cinco amoras grandes já são suficientes). Misturar os dois juntos também vai muito bem.

No lugar de Iogurte, pode-se fazer uma vitamina com leite e outras frutas.